sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Outono.

Por algumas estações, o teu sorriso foi o meu sorriso.

A tua família, foi a minha família.

E o teu peito, o meu lar.



[sei lá, deu vontade de escrever.]

sábado, 3 de setembro de 2011

Yellow submarine

É foda dar maior importância para coisas que na sua essência, não são tão grandiosas assim. Algumas poucas frases trocadas que eu provavelmente vou me lembrar cada dia. Algumas poucas mensagens que estão salvas na minha memória sem cartão. Alguns muitos olhares não retribuídos. Algumas infinitas vontades de viver a minha vida ali.


Não me toque, não me cheire, não me veja, não me sinta, não me abrace, não me queira, não me deseje, não me ame.

(Vai que psicologia reversa dá certo...)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Turbilhão

O cursor piscou umas 25 vezes antes de eu, finalmente, começar a escrever. Um dia desses eu comecei a tentar me descrever e, assim como hoje, demorei pra chegar a uma conclusão do que sou ou busco. Uma lista das mais variadas músicas no aleatório, um dinheirinho no bolso e muitos sonhos na cabeça. Ultimamente é isso o que eu enxergo ao olhar no espelho.

É difícil descrever seus sentimentos, objetivos e até os pensamentos. Ninguém vai te entender com a mesma facilidade que você.

domingo, 3 de julho de 2011

A fruta inteira

Eu seria capaz de te libertar. Não pra te ter longe de mim; jamais! Mas eu abriria a portinhola que te tranca nessa gaiola e passaria horas admirando o bater de suas asas. Leve e despreocupado, como o seu sorriso. Determinado e intenso, como suas palavras.
Faria da tua poesia, o meu recanto. E do teu bom gosto musical, nossa trilha sonora. Dos sonhos e desejos, a mais colorida e perfeita miscelânea.

Você é tão cheio de "talvez" que eu estaria pronta pra te dar alguma certeza.
Eu respiro e é você que me inspira.

É... Vai tentar entender essas palavras...



[meu mecanismo natural só funciona a base de música.]

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Utopia

O frio ultimamente tá tão absurdo que eu sinto meu corpo doendo.
Mas devo dizer que quem treme nas bases de verdade é o meu cérebro quando penso em quem não tem com o que se cobrir.
Todo mundo podia ter um teto e condições decentes de vida nesse país. Constantes aumentos na economia, novos tetos salariais de deputados, novos tratamentos estéticos e, enquanto isso, tanta gente descalça nas ruas. Será que sou só eu que enxergo isso?

Ei, pessoal aí de cima, demorou pra acertar esse termostato hein? u.u